sábado, 3 de outubro de 2009

Camilla Pires

Apesar de preferir ser chamada de Mila, deixo a critério dos outros caso Camila seja mais apropriado.

Tenho 20 anos, estou cursando Jornalismo na Universidade Católica de Pernambuco, e como deve ser de praxe por aqui, a leitura e a escrita de textos (em especial crônicas e poemas) sempre foi o meu ponto mais forte.

Não que eu chegue aos pés de Lispector, nem muito menos de um Andrade, mas acredito que o mais importante nos textos que se escreve / lê é tocar e ser tocado. É relatar aos outros uma emoção que foi sentida e, ao fazê-lo da forma mais pura, conseguir com que o leitor sinta, compreenda e realize toda e qualquer situação relatada.

Meus textos variam de acordo com meus sentimentos. Mas meus sentimentos, bons ou ruins, são sempre os mais intensos. Pois estou no grupo das pessoas que, sentimentalmente, não entende o meio-termo. Sou uma mistura de fases, uma mistura de gostos. E acredito que é a partir das misturas que se encontra a singularidade.

Digo que sou, portanto, uma mistura de sensações que, às vezes embaralhadas, traduzem exatamente o que se passa aqui dentro.


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